Excelente filme que mostra o esforço de um esposo para reconstruir sua família!
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Carta ao Filho Enviada Por Um Sacerdote Fiel
Esta carta foi por mim escrita e dirigida ao meu filho Samuel, que anos atrás se envolveu emocionalmente com uma jovem descrente. Na época minha esposa e eu ficamos muito preocupados e iniciamos uma batalha pela salvação de sua alma. Graças ao Senhor ele considerou a Palavra de Deus, e, por Sua misericórdia, libertou o meu amado filho de cair na “linsonja da mulher estranha”. Hoje ele está casado com Helen, uma serva de Deus, com quem tem uma mimosa filhinha da aliança, Sara.
Meu filho, Deus propôs, desde a eternidade, escolher um povo para si, resgatá-lo e separá-lo dos demais povos, para que fosse exclusivamente seu. Estabeleceu com ele uma aliança para se relacionar e lhe pôs um selo específico (uma marca) para distingui-lo e proibiu terminantemente o relacionamento mais íntimo de qualquer dos seus filhos com os demais pecadores. Desejo lhe mostrar na Escritura, desde o Éden, este propósito da parte do Senhor. Deus prometeu um salvador a Adão e a Eva, bem como a toda sua descendência (Gn. 3:15). Caim matou Abel, e não foi contado como pertencente à Aliança. Por isso a descendência chamada santa, ou dos filhos de Deus, começou no capitulo 5 com Sete: “Viveu Adão cento e trinta anos e gerou um filho à sua semelhança e conforme a sua imagem e chamou-lhe Sete” (Gn. 5:3). Caim não foi considerado e Abel já estava com Senhor.
No capitulo 6, encontramos a primeira ameaça, que trouxe desgraça e destruição: “Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus, que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si, mulheres...” (Gn. 6:1-2). Essa contaminação provocou a ira de Deus que chegou a se arrepender de ter feito o homem e destruiu a maioria deles no dilúvio. O casamento misto, reduziu o número dos participantes da aliança a 8 pessoas! De Noé, Deus escolheu Sem e assim retomou a linhagem santa até o Abraão, quando, de um modo mais claro, revelou sua vontade de manter um povo distinto na terra, para o louvor de sua glória, chamando Abraão e estabelecendo uma aliança com ele. Quando Isaque, seu filho, alcançou a idade adulta, Abraão mandou seu servo buscar, junto aos seus parentes, linhagem de Sem, mulher para ser esposa do seu filho. Abraão foi tão enfático em insistir que só poderia ser uma jovem de sua parentela que fez o servo jurar solenemente colocando a mão debaixo de sua coxa (Gn. 24:1-9). Por quê? Porque Abraão conhecia os propósitos do Senhor e os terríveis prejuízos que viriam caso a linhagem santa fosse contaminada.
O mesmo sucedeu quando Jacó e Esaú estavam na idade de se casarem. Rebeca e certamente seu pai Isaque, estavam tristes e preocupados com a possibilidade de seus filhos contaminarem a aliança com o casamento misto, veja: (Gn. 27:46 e 28:1-9). Jacó obedeceu, mas Esaú não, e foi deixado de fora. Outra ameaça surge no cap.34, do mesmo livro, com o estupro de Diná. Foi proposta uma ”conversão” forjada, que seria de grave conseqüência para o povo todo, e Deus usou o ódio dos irmãos de Diná, para destruir aqueles homens de Siquém “circuncidados”.
Muitos anos se passaram até que Satanás voltasse a ameaçar a pureza da Aliança e o povo de Deus com o pecado do relacionamento misto. Agora o povo de Deus estava atravessando o deserto. Balaque, rei dos moabitas, temendo a Israel, contratou Balaão para maldiçoar o povo, mas Balaão embora no íntimo quisesse, não conseguiu. Foi então que, inspirado por Satanás, ensinou a Balaque uma fórmula maligna e infalível: o relacionamento misto (Nm 31:15-16). Isso resultou num grande juízo da parte de Deus contra o povo e morreram 24.000 pessoas vitimadas por uma terrível praga, que só cessou quando Finéias transpassou com sua lança um israelita que chorava agarrado à sua namorada estrangeira (Nm 24 — leia todo). Temos mais tarde o caso de Sansão. Deus se utilizou das loucuras de Sansão para livrar Israel, mas isto não o isenta da culpa de ter se casado e depois se relacionado com mulheres que não eram da aliança.
Quando quis se casar com uma filistéia, seus pais o recriminaram, (Juízes 14:1-3) porque sabiam que esta desobediência cheirava ruína e morte. Agora a Escritura expõem a triste experiência de Salomão, um jovem rei, que contou com o apoio de seu pai que o aconselhou (I Reis 2 :1-4) e o instruiu (Prov. 4). Tinha a melhor das intenções, pediu sabedoria e recebeu, mas arruinou-se por causa do pecado do casamento misto. O capitulo 11 de I Reis diz: “Ora, além da filha de Faraó, amou Salomão muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidônita e hetéias, mulheres das nações de que havia o Senhor dito a Israel: não caseis com elas, nem casem elas convosco, pois vos perverteriam o coração, para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão pelo amor”.
Após o exílio, depois de grande sofrimento, em fim o povo retorna para sua terra, por mercê de Deus. Mas Esdras descobre que algo estava errado e a ameaça estava de novo rondando o povo, era o pecado do casamento misto. Sob a liderança de Esdras o sacerdote, o povo foi exortado fortemente e uma grande consternação e arrependimento tomou conta dos que haviam voltado a Sião por terem se envolvido em casamento misto. No capitulo 10 de Esdras, vemos a descrição desse fato e do drama que se instalou na difícil tarefa de ter que despedir as mulheres estrangeiras e seus filhos.
Neemias, servo do Senhor, na mesma ocasião, como governador, usando de sua autoridade, tratou com severidade os envolvidos. “Contendi com eles e os amaldiçoei e espanquei alguns deles e lhes arranquei os cabelos...” e os admoestou relembrando-lhes o que acontecera com Salomão, cujas mulheres estrangeiras o fizeram cair em pecado. (Ne. 13:21-27) No Novo Testamento, nada mudou a este respeito, a aliança é a mesma e os seus termos também. Em Cristo fomos chamados para debaixo da aliança, para dentro da comunidade de Israel (Ef 2:12-13). Somos agora o povo santo de Deus (I Pe. 2:9-10), seus filhos e, o mesmo que Ele requereu deles no Velho Testamento, requer agora de nós: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulo...que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união do crente com o incrédulo?” (II Co. 6:14-18). Casamento, somente “no Senhor” (I Co. 7:39). Por isso, meu filho, não podemos sequer admitir um envolvimento, ainda que seja apenas sentimental, de um filho da aliança, com uma moça ímpia, filha de Belial. Lembre-se que para o Senhor Jesus, não é pecado somente aquilo que é externo, mas o que já existe no coração (Mt. 5: 27-28).
Meu filho, por quem tenho derramado lágrimas, intercedendo e suplicando todos os dias diante do trono da graça. Sei que esse sentimento é involuntário, e você não é responsável por ele, mas o ter facilitado para que ele surgisse, e visse a nutri-lo e protegido. Isso é pecado e entristecesse a Deus. É preciso ser mais duro contra o pecado, não acaricie aquilo que corre como câncer no seu coração e que no fim lhe leva à morte. Rogue a Deus e implore para que Ele extirpe do seu coração este sentimento.
Tome providências severas contra ele. Corte todos os meios para que ele seja nutrido. Faça exatamente o que diz o texto: “retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor” (II Co. 6:17,18). Eu sei que dói, mas o Senhor sofreu muito mais por você. Sei que você tem tentado resistir, mas... “Ora na vossa luta contra o pecado ainda não resististe até o sangue” (Hb 12:4). Estamos orando por você, sua mãe e eu, “na expectativa que Deus lhe conceda, não só o arrependimento... mas também o retorno à sensatez, livrando-o dos laços do diabo...” (II Tim. 2:26).
Deus o abençoe!
O propósito de publicar esta carta é advertir aos jovens que estão no mesmo envolvimento emocional, sendo seduzidos por Belial até que a “flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto poderá lhe custar a vida”. Meu desejo também é de encorajá-los a ouvirem a voz da Sabedoria ― o Senhor Jesus.
____________
Meu querido filho Samuel, meu primogênito, consagrado ao Senhor. Sua mãe e eu o amamos muito e nutrimos grande esperança de vê-lo feliz e abençoado, principalmente sendo útil na causa do Mestre. Temos orado incessantemente por você, principalmente agora que você está passando por essa provação. Como seu pai e também como seu pastor, quero, com muito amor, mas também firmeza, lhe trazer, em nome do Senhor, uma exortação bíblica, que espero possa lhe ajudar a tomar a decisão certa neste caso.____________
Meu filho, Deus propôs, desde a eternidade, escolher um povo para si, resgatá-lo e separá-lo dos demais povos, para que fosse exclusivamente seu. Estabeleceu com ele uma aliança para se relacionar e lhe pôs um selo específico (uma marca) para distingui-lo e proibiu terminantemente o relacionamento mais íntimo de qualquer dos seus filhos com os demais pecadores. Desejo lhe mostrar na Escritura, desde o Éden, este propósito da parte do Senhor. Deus prometeu um salvador a Adão e a Eva, bem como a toda sua descendência (Gn. 3:15). Caim matou Abel, e não foi contado como pertencente à Aliança. Por isso a descendência chamada santa, ou dos filhos de Deus, começou no capitulo 5 com Sete: “Viveu Adão cento e trinta anos e gerou um filho à sua semelhança e conforme a sua imagem e chamou-lhe Sete” (Gn. 5:3). Caim não foi considerado e Abel já estava com Senhor.
No capitulo 6, encontramos a primeira ameaça, que trouxe desgraça e destruição: “Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus, que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si, mulheres...” (Gn. 6:1-2). Essa contaminação provocou a ira de Deus que chegou a se arrepender de ter feito o homem e destruiu a maioria deles no dilúvio. O casamento misto, reduziu o número dos participantes da aliança a 8 pessoas! De Noé, Deus escolheu Sem e assim retomou a linhagem santa até o Abraão, quando, de um modo mais claro, revelou sua vontade de manter um povo distinto na terra, para o louvor de sua glória, chamando Abraão e estabelecendo uma aliança com ele. Quando Isaque, seu filho, alcançou a idade adulta, Abraão mandou seu servo buscar, junto aos seus parentes, linhagem de Sem, mulher para ser esposa do seu filho. Abraão foi tão enfático em insistir que só poderia ser uma jovem de sua parentela que fez o servo jurar solenemente colocando a mão debaixo de sua coxa (Gn. 24:1-9). Por quê? Porque Abraão conhecia os propósitos do Senhor e os terríveis prejuízos que viriam caso a linhagem santa fosse contaminada.
O mesmo sucedeu quando Jacó e Esaú estavam na idade de se casarem. Rebeca e certamente seu pai Isaque, estavam tristes e preocupados com a possibilidade de seus filhos contaminarem a aliança com o casamento misto, veja: (Gn. 27:46 e 28:1-9). Jacó obedeceu, mas Esaú não, e foi deixado de fora. Outra ameaça surge no cap.34, do mesmo livro, com o estupro de Diná. Foi proposta uma ”conversão” forjada, que seria de grave conseqüência para o povo todo, e Deus usou o ódio dos irmãos de Diná, para destruir aqueles homens de Siquém “circuncidados”.
Muitos anos se passaram até que Satanás voltasse a ameaçar a pureza da Aliança e o povo de Deus com o pecado do relacionamento misto. Agora o povo de Deus estava atravessando o deserto. Balaque, rei dos moabitas, temendo a Israel, contratou Balaão para maldiçoar o povo, mas Balaão embora no íntimo quisesse, não conseguiu. Foi então que, inspirado por Satanás, ensinou a Balaque uma fórmula maligna e infalível: o relacionamento misto (Nm 31:15-16). Isso resultou num grande juízo da parte de Deus contra o povo e morreram 24.000 pessoas vitimadas por uma terrível praga, que só cessou quando Finéias transpassou com sua lança um israelita que chorava agarrado à sua namorada estrangeira (Nm 24 — leia todo). Temos mais tarde o caso de Sansão. Deus se utilizou das loucuras de Sansão para livrar Israel, mas isto não o isenta da culpa de ter se casado e depois se relacionado com mulheres que não eram da aliança.
Quando quis se casar com uma filistéia, seus pais o recriminaram, (Juízes 14:1-3) porque sabiam que esta desobediência cheirava ruína e morte. Agora a Escritura expõem a triste experiência de Salomão, um jovem rei, que contou com o apoio de seu pai que o aconselhou (I Reis 2 :1-4) e o instruiu (Prov. 4). Tinha a melhor das intenções, pediu sabedoria e recebeu, mas arruinou-se por causa do pecado do casamento misto. O capitulo 11 de I Reis diz: “Ora, além da filha de Faraó, amou Salomão muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidônita e hetéias, mulheres das nações de que havia o Senhor dito a Israel: não caseis com elas, nem casem elas convosco, pois vos perverteriam o coração, para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão pelo amor”.
Após o exílio, depois de grande sofrimento, em fim o povo retorna para sua terra, por mercê de Deus. Mas Esdras descobre que algo estava errado e a ameaça estava de novo rondando o povo, era o pecado do casamento misto. Sob a liderança de Esdras o sacerdote, o povo foi exortado fortemente e uma grande consternação e arrependimento tomou conta dos que haviam voltado a Sião por terem se envolvido em casamento misto. No capitulo 10 de Esdras, vemos a descrição desse fato e do drama que se instalou na difícil tarefa de ter que despedir as mulheres estrangeiras e seus filhos.
Neemias, servo do Senhor, na mesma ocasião, como governador, usando de sua autoridade, tratou com severidade os envolvidos. “Contendi com eles e os amaldiçoei e espanquei alguns deles e lhes arranquei os cabelos...” e os admoestou relembrando-lhes o que acontecera com Salomão, cujas mulheres estrangeiras o fizeram cair em pecado. (Ne. 13:21-27) No Novo Testamento, nada mudou a este respeito, a aliança é a mesma e os seus termos também. Em Cristo fomos chamados para debaixo da aliança, para dentro da comunidade de Israel (Ef 2:12-13). Somos agora o povo santo de Deus (I Pe. 2:9-10), seus filhos e, o mesmo que Ele requereu deles no Velho Testamento, requer agora de nós: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulo...que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união do crente com o incrédulo?” (II Co. 6:14-18). Casamento, somente “no Senhor” (I Co. 7:39). Por isso, meu filho, não podemos sequer admitir um envolvimento, ainda que seja apenas sentimental, de um filho da aliança, com uma moça ímpia, filha de Belial. Lembre-se que para o Senhor Jesus, não é pecado somente aquilo que é externo, mas o que já existe no coração (Mt. 5: 27-28).
Meu filho, por quem tenho derramado lágrimas, intercedendo e suplicando todos os dias diante do trono da graça. Sei que esse sentimento é involuntário, e você não é responsável por ele, mas o ter facilitado para que ele surgisse, e visse a nutri-lo e protegido. Isso é pecado e entristecesse a Deus. É preciso ser mais duro contra o pecado, não acaricie aquilo que corre como câncer no seu coração e que no fim lhe leva à morte. Rogue a Deus e implore para que Ele extirpe do seu coração este sentimento.
Tome providências severas contra ele. Corte todos os meios para que ele seja nutrido. Faça exatamente o que diz o texto: “retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor” (II Co. 6:17,18). Eu sei que dói, mas o Senhor sofreu muito mais por você. Sei que você tem tentado resistir, mas... “Ora na vossa luta contra o pecado ainda não resististe até o sangue” (Hb 12:4). Estamos orando por você, sua mãe e eu, “na expectativa que Deus lhe conceda, não só o arrependimento... mas também o retorno à sensatez, livrando-o dos laços do diabo...” (II Tim. 2:26).
Deus o abençoe!
A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA ESPIRITUAL – Parte 2
No post anterior apresentamos dois aspectos
importantes na liderança espiritual masculina: 1) Importas aos homens liderarem
suas famílias porque Deus os fez líderes; e 2) O efeito multiplicar.
Abordaremos, agora, mais dois aspectos essenciais. Eis:
Terceiro, a ausência
de liderança por parte do marido é a preocupação principal de muitas mulheres
cristãs.
Se você fizesse um levantamento das preocupações das
mulheres em cada Igreja evangélica de sua cidade, não tenho dúvida do que
estaria no topo da lista ou próximo ao topo.
Frequentemente, ao aconselhar casais, os pastores escutam: “Gostaria que
meu marido se tornasse o líder espiritual de nosso lar”.
A esposa quer ser liderada por seu marido porque Deus a
designou para ser liderada. EMBORA EM NADA A MULHER SEJA INFERIOR AO MARIDO.
Deus estabeleceu papéis distintos para ambos. Em Gênesis 2. 18, Deus relata a
origem do matrimônio: “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja
só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea”. Deus fez Eva sob medida
para ser auxiliadora de Adão.
É possível pendurar quadros na parede usando uma chave
inglesa, mas um martelo faz o trabalho muito melhor. Sabemos que ferramentas
funcionam melhor quando desempenham a função para a qual foram criadas.
Infelizmente, muitas mulheres são obrigadas a tomarem a liderança nas coisas
espirituais porque o “Sr. Martelo” está inerte na frente da TV! Por conseguinte,
tanto maridos como esposas serão bem-sucedidos quando exercerem os papéis que
receberam de Deus.
Finalmente, o fato de que o matrimônio representa a imagem de Cristo e
da Igreja mostram a importância de homens que lideram sua família.
Deus diz que os casais , em seu
proceder, representam o traço característico de como Jesus Cristo se relaciona
com a sua Igreja. “As mulheres sejam
submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor, porque o marido é o cabeça da
mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo Salvador do
corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres
sejam submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo
amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Ef. 5. 22-25).
Você transmite a verdade de
Cristo, se lidera sua esposa como amor, sacrifício e abnegação. Porém, se você
é um egoísta incapacitado ou um ríspido ditador, está mentindo sobre Jesus
diante do mundo que lhe observa. O pastor e escritor Douglas Wilson diz,
apropriadamente, “Cada casamento, em cada lugar do mundo, é uma ilustração de
Cristo e a Igreja. Por causa do pecado e da rebeldia, muitas ilustrações são
infamantes mentiras concernentes a Cristo. UM MARIDO JAMAIS DEIXA DE FALAR DE
CRISTO E A IGREJA. Se ele é obediente a Deus, está pregando a verdade; se ele
não ama sua esposa, está proferindo apostasias e mentiras – mas, de qualquer
forma, ele está sempre falando”.
Quão importante é a sua liderança
espiritual? Ainda que não tenha de unir-se à Trindade ou tornar-se um apóstolo,
Deus designou você como Cristão para esta tarefa desafiadora. A boa notícia é
que Deus suprirá graciosamente a força e habilidade que você precisa para
realizara tarefa. Deus não promete o carro do ano ou uma casa maior pela qual
você possa estar orando, mas esteja certo de que Deus responderá suas preces
por auxílio para ser o homem que ele espera que você seja.
![]() |
| Texto extraído desse livro com autorização da Ed. Fiel |
Ao considerar a seriedade de seu
papel como homem, olhe para o Senhor Jesus. Ele é o perfeito modelo de
liderança espiritual. Não há melhor exemplo de amor, serviço, responsabilidade,
santidade e mansidão. Jesus mostra aos homens como serem fortes e ternos ao
mesmo tempo. Sua morte na cruz e ressurreição são também as razões
indispensáveis para olharmos para Ele. Todos nós temos falhado, de muitas
maneiras, em viver nosso ilustre chamados como líderes espirituais, mas Jesus é
a fonte do perdão e da consciência límpida. Ao começar a entender e praticar os
fundamentos da liderança espiritual, mantenha sempre os olhos fitos em Jesus, O
LÍDER PERFEITO.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
De Volta ao Lar
Veja a diferença que um pai/esposo faz, e, ao mesmo tempo, a dor da ausência. Esse vídeo apresenta imagens reais do retorno dos soldados americanos que combateram no Iraque aos seus respectivos lares. Talvez você esposo/pai, provavelmente, não está longe geograficamente; mas completamente distante fisica e emocionalmente da sua família. Saiba, então, da falta que você faz!!!
A Importância da Liderança Espiritual

Há uma necessidade evidente em nossos dias por homens que
assumam a liderança espiritual de suas famílias. Ao invés de abraçarem o papel
e as responsabilidades que Deus lhe confiou, muitos homens que alegam se
seguidores de Cristo ou são ditadores ou são “moles”. Certamente, muitas
expectativas e ideias erradas nublaram a verdade nesta área da vida em família.
Observemos quatro fatores que demonstram quão importante é
este assunto. Veremos nesse post os
dois primeiros:
Primeiro, importa aos
homens liderarem suas família porque Deus os fez líderes.
Em 1 Coríntios 11. 3, lemos: “Quero, entretanto, que saibais
ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o
cabeça de Cristo”. Esta verdade ecoa em Efésios 5. 22-23, que diz: “As mulheres
sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o
cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo o
Salvador do corpo”.
Você notou que nenhum destes versos ordena que o esposo se
torne o cabeça ou líder de sua casa? Deus diz que o esposo é o líder. A única pergunta
é se ele é um bom líder ou não! Após uma cerimônia de comissão, um novo oficial
no exército é líder por patente, mas a liderança tem de ser estabelecida na
prática. Acontece o mesmo no casamento! Você alcança o posto após os votos
matrimoniais, mas precisa colocar a liderança em prática. Você precisa assumir
as responsabilidades do papel estabelecido por Deus para você!
Segundo, considere o
efeito multiplicar.
Se o pai andar com Deus e ensinar sua esposa e filhos a
amarem a Deus e a obedecerem à Palavra, esse homem terá uma família forte. Uma
família forte, por sua vez, tem o potencial para influenciar poderosamente
tanto a Igreja quanto a sociedade.
Você quer influenciar sua Igreja e sua cidade para o Senhor
Jesus Cristo? Tal influência começa com homens mentalmente fortes e
espirituais, cuja liderança se reproduz numa família forte. Famílias fortes
formam as bases de uma boa igreja.
![]() |
| Texto extraído desse livro sob autorização da Editora Fiel |
Contudo, o efeito multiplicar
também pode se mover em outra direção. Um pai ditador ou um pai “mole” é, de
maneira geral, um peso morto que atravanca o progresso espiritual de um lar.
Famílias fracas, por sua vez, atrofiam os músculos da igreja. Igrejas aleijadas
acabam desgastando a cultura, ao invés de promoverem seu bem. Sua falha como líder
literalmente contribui para o prejuízo espiritual de sua cidade. SUA LIDERANÇA
ESPIRITUAL É IMPORTANTE POR CAUSA DA INFLUÊNCIA QUE CAUSA NOS OUTROS, PARA O
BEM OU PARA O MAL.
Por enquanto, ficaremos nesses dois aspectos importantes em
relação a liderança masculina no lar. Brevemente colocaremos mais dois pontos
sobre esse assunto nesse blog. Leia, medite e pratique uma liderança bíblica e
equilibrada coerente com o desejo de Deus. Abraço e até lá!!
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